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Campanha mostra casos reais para combater o mosquito Aedes Aegypti

A partir dessa terça-feira (28/11), o Ministério da Saúde inicia a veiculação nacional da nova campanha contra a proliferação do mosquito transmissor da dengue, zika e chikungunya. O foco da campanha é a mobilização e conscientização da população a respeito da importância de enfrentar o mosquito Aedes aegypti.

A campanha publicitária apresenta as consequências das doenças transmitidas pelo vetor por meio dos depoimentos reais de três pessoas que tiveram uma grande reviravolta em suas vidas em decorrência do mosquito: Luciano Alencastro, morador de Fortaleza (CE), sofre das dores e dificuldade de mobilização causada pela chikungunya; Rosineide Mota, moradora de Bom Jardim (PE), perdeu a filha por causa da dengue; e Irailde Paiva, moradora de Manaus (AM), tem uma filha com microcefalia causada pelo zika vírus durante a gestação.

A analista de comunicação da divisão de publicidade do Ministério da Saúde, Marina de Carvalho Moraes, explica que a campanha foi idealizada a partir dos resultados de uma pesquisa. “Vimos que os depoimentos reais, usados nas últimas campanhas publicitárias, têm causado um impacto muito maior nas pessoas e a absorção das informações também chama mais atenção do que simplesmente mostrar o que é um criadouro do mosquito e como combater a doença”, explica.

Com o slogan “Um mosquito pode prejudicar uma vida. E o combate começa por você. Faça sua parte e converse com seu vizinho”; o objetivo é mostrar que o combate à proliferação do mosquito começa dentro da própria casa, sendo responsabilidade de cada um, podendo gerar mudança positiva na vizinhança.

De acordo com Marina Moraes, essa mensagem sugere uma reflexão da população em relação à responsabilidade individual e coletiva. “Buscamos mostrar, por meio de histórias reais, que as consequências de não se combater o mosquito podem ocorrer com qualquer pessoa, pois as pessoas sempre acham que a doença nunca vai chegar nelas. Mas está aí, pode atingir um vizinho ou a própria família. Por isso, é importante se mobilizar e incentivar as pessoas a sua volta”, defende.

A campanha será exibida na TV, rádio, internet e redes sociais, por todo Brasil, mas com uma frequência maior nas regiões com maior incidência de zika, dengue e chikungunya. Serão apresentadas informações gerais sobre o Aedes aegypti, assim como material específico sobre cada uma das doenças. Também serão distribuídos materiais informativos, como cartazes e panfletos.

Além disso, um grande dia D de mobilização contra o mosquito está previsto para o dia 15 de dezembro. A “Sexta Sem Mosquito”, como será chamada a ação se estenderá até janeiro mobilizando os governos Federal, Estaduais e Municipais para que promovam ações de limpeza nas cidades, em casas, estabelecimentos privados e órgãos públicos.

Fonte: Janary Damacena/Blog da Saúde
Fotos:
Data: 29/11/17      Atualizada em: 29/11/17
Tags: Aedes Aegypti , zika , chikungunya ,









 
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